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Usava o pêndulo para perguntar o que queria ouvir. Não o que precisava saber. Durante anos fiz as perguntas erradas — sobre ele, sobre o futuro, sobre o que o universo queria. Até que mudei a pergunta. Em vez de perguntar sobre ele, perguntei sobre mim. E o pêndulo foi claro. Esta é a história do dia em que me escolhi — e do que aprendi sobre fazer as perguntas certas.

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Fiz uma pergunta ao pêndulo antes de começar uma sessão para o meu filho. E ele disse não. Fiquei anestesiada. Estava a tentar ajudar — era amor, era cuidado de mãe. Mas estava a interferir no livre arbítrio dele sem autorização. Neste artigo conto o que aconteceu, o erro que muitas de nós cometemos com o pêndulo, e o que mudou quando aprendi a respeitar o caminho dos outros.
