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Fiz uma pergunta ao pêndulo antes de começar uma sessão para o meu filho. E ele disse não. Fiquei anestesiada. Estava a tentar ajudar — era amor, era cuidado de mãe. Mas estava a interferir no livre arbítrio dele sem autorização. Neste artigo conto o que aconteceu, o erro que muitas de nós cometemos com o pêndulo, e o que mudou quando aprendi a respeitar o caminho dos outros.
