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Usava o pêndulo para perguntar o que queria ouvir. Não o que precisava saber. Durante anos fiz as perguntas erradas — sobre ele, sobre o futuro, sobre o que o universo queria. Até que mudei a pergunta. Em vez de perguntar sobre ele, perguntei sobre mim. E o pêndulo foi claro. Esta é a história do dia em que me escolhi — e do que aprendi sobre fazer as perguntas certas.
